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Mulheres querem mais tempo para família aponta pesquisa

 

Foram divulgados recentemente os resultados da pesquisa “Mundo do Trabalho – Novembro de 2025”, realizada pelo instituto Paraná Pesquisas. O levantamento ouviu 1.505 pessoas em 120 municípios de todos os estados do país. Entre os entrevistados, 52% eram mulheres, grupo que também representa a maioria no setor do comércio. Os números mostram que a principal reivindicação do Sindicato dos Comerciários de Franco da  Rocha e Região coincide com o desejo das trabalhadoras: o fim da escala 6×1 e mais tempo para estar com a família. Essa demanda foi apontada por 43,6% dos participantes.

Nas grandes cidades, como São Paulo, o trajeto até o trabalho pode ultrapassar uma hora por percurso, somando cerca de duas horas diárias. Para quem cumpre a escala 6×1, isso significa 12 horas por semana apenas em deslocamento. E a jornada das mulheres não termina no ponto final: ao chegar em casa, muitas ainda precisam cuidar dos filhos, organizar a casa e, em alguns casos, estudar. O resultado são jornadas duplas ou até triplas. De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), hoje existem mais de 41 milhões de domicílios no Brasil em que as mulheres são as principais provedoras. Esse dado reforça a urgência de políticas públicas que garantam melhores condições de trabalho e qualidade de vida.

Pensar em jornadas mais equilibradas para o público feminino a Presidente do sindicato de Franco da Rocha Cintia Ramos de oliveira destaca a importância que é  mais do que urgente, pois como mostra a pesquisa do IBGE, as mulheres hoje estão assumindo papéis de provedoras, mas ao mesmo tempo ainda desempenham a função de cuidar. Achar meios que auxiliem essas trabalhadoras a ter equilíbrio entre vida profissional, pessoal e o direito ao lazer é de suma importância para que as mesmas não venham adoecer devido uma rotina que as esmagas. é mais do que urgente, pois como mostra a pesquisa do IBGE, as mulheres hoje estão assumindo papéis de provedoras, mas ao mesmo tempo ainda desempenham a função de cuidar. Achar meios que auxiliem essas trabalhadoras a ter equilíbrio entre vida profissional, pessoal e o direito ao lazer é de suma importância para que as mesmas não venham adoecer devido uma rotina que as esmagas.

O SECFR seguirá firme na luta pelo direito ao descanso de comerciárias que diariamente exercem suas funções, mas não tem tempo para elas mesmas. O fim da escala 6×1 é mais do que necessária, é urgente.